Negros na Revolução Constitucionalista de 32. Uma história a ser lembrada TAGs: A Legião Negra – A Luta dos Afro-Brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932, Milton Gonçalves, Oswaldo Faustino, Revolução Constitucionalista de 32, Tião Mão Grande Tenho dedicado nessa coluna a expor aqui algumas produções culturais da periferia o que engloba os que não tinham voz e que agora produzem o que há de mais interessante. São criativos e revelam uma faceta que a grande historia a dos vencedores, não contempla. Quero destacar aqui a Legião Negra – A Luta dos Afro-Brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932. A participação voluntária de um grande número de afro-brasileiros na Revolução Constitucionalista de 1932, contra o regime de Getulio Vargas. Assim como alguns filmes que trataram da participação dos negros na Guerra de Secessão nos Estado Unidos, do esquadrão de aviadores negros americanos que lutaram na Segunda Guerra Mundial e dos soldados africanos das colônias francesas qu...
Os 92 anos da Revolução Constitucionalista não foram esquecidos em Piracicaba, cidade em que 10% de sua população voluntariou-se pela causa. No dia 9 de julho passado, houve solenidade alusiva à epopeia paulista. Considerado como o dia mais frio do ano, mesmo debaixo de muita chuva, a solenidade inicialmente agendada para a praça José Bonifácio foi realizada no Teatro São José. Participaram representantes do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, Polícia Militar, Escoteiros, Guarda Civil e Corporação Musical União Operária.
Mathilde Brasiliense de Almeida Bessa A Professora Mathilde Brasiliense de Almeida Bessa foi a primeira ocupante da cadeira número 3 desta Academia. Também piracicabana, foi aluna do Maestro Fabiano Rodrigues Lozano, que teve influência determinante na sua carreira profissional. Assim, ao participar da fundação da academia foi natural que escolhesse o querido mestre como patrono da cadeira que ocupou. Sua atividade como professora voltou-se principalmente à pedagogia e à psicologia aplicadas ao ensino da música. Sua vida, antes e depois de se aposentar, foi dedicada à música. Ou seja, uma existência inteira a serviço de uma arte que influenciaria muitas gerações de jovens estudantes. Os estudos de Mathilde Brasiliense estiveram sempre no campo da educação. Em 1918 formou-se como professora pela Escola Normal de Piracicaba. Era uma turma numerosa, com setenta e nove alunas, que seriam responsáveis pela educação escolar de muitos brasileiros. A exemplo do nosso patrono, Mathilde Brasili...
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