9 de julho de 2023
Vitor Pires Vencovsky, Capitão Silva, Valdiza Capranico, Edson Rontani Júnior, Paulo Tot e Marcelo Oliveira
Mesmo embaixo de chuva, historiadores de Piracicaba prestaram homenagem às famílias piracicabanas enlutadas pelas consequências da Revolução Constitucionalista de 1932. Embora tenha caído num domingo e chovido na cidade desde a véspera, o 9 de Julho não foi esquecido e mereceu a colocação de uma coroa de flores no Monumento ao Soldado Constitucionalista situado na praça José Bonifácio. Marcaram presenças membros do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba, da Polícia Militar e do Memorial Metropolitano de Piracicaba.
O presidente do IHGP, Edson Rontani Júnior, teceu algumas palavras em lembrança aos mais de 600 voluntários que partiram para os postos avançados e também para as frentes de batalha, protegendo a divisa do estado de São Paulo principalmente com o Mato Grosso e Rio de Janeiro, numa tentativa de evitar o avanço das tropas federais. "Muitos pensam que São Paulo quis se separar do resto do país, mas a história demonstra que este foi único estado a se unir bradando por uma nova Constituição, a qual foi promulgada em 1934, dando ares mais modernos na República, visto que a qual vigorava então havia sido feita no século retrasado, ainda com ares do Império português", lembra Rontani.
Neste domingo, quando se lembrou os 91 anos da Revolução, causou a indignação o furto da placa instalada em 1938 no Monumento, com os nomes dos piracicabanos mortos durante este levante armado. A mesma foi colocada por iniciativa privada há 85 anos atrás em memória a estes voluntários.
Fotos de Alessandro Maschio do Jornal de Piracicaba.
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